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☼ os devoristas

enviado por Luís Veiga
Póvoa de Santo Adrião
No Império Romano, arrotar, naqueles banquetes imperiais, com a boca atulhada de carniça e o unto a escorrer dos cantos da boca e das mãos que seguravam o tanganhão para a dentada seguinte, arrotar, dizia, era um elogio à arte da cozinha – comia-se à tripa-forra porque estava muito bom! Hoje há a preocupação de promover o arroto dos bebés para se libertarem do ar deglutido, mas, à medida que vão crescendo e essa função se torna dispensável, ensinam-se a comer por forma a evitar o arroto, e, fazendo-o, terem a atitude simpática de pedir desculpa ou licença. É assim que manda a civilização…
Julgo eu que este procedimento deve ser ensinado na AR. É que lá arrota-se sobre as nossas trombas.
A quem caberá a responsabilidade de tão porca orgia?!
Veja-se o Correio da Manhã clicando 
E vejam-se no site da Assembleia da República, os preços de “luxo” para as luxuosas ementas, clicando: